Trem que liga o Brasil à Bolívia volta a circular com passagens por menos de R$ 200

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Trem que liga o Brasil à Bolívia volta a circular com passagens por menos de R$ 200

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O Expresso Oriental, mais conhecido como “Trem da Morte”, que liga a fronteira do Brasil a Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, voltou a circular com passageiros. Após seis anos, o trem retomou as atividades em fevereiro com a proposta de ser mais confortável e voltado ao turismo.

Como é a viagem no Trem da Morte

A viagem parte de Puerto Quijarro, na divisa com Corumbá, cidade a 428 km de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. De lá, segue para Santa Cruz de la Sierra, percorrendo cerca de 600 km em um trajeto que pode levar até 17 horas.

Os ingressos custam cerca de 220 ou 230 bolivianos (em torno de R$ 168 e R$ 176) e podem ser adquiridos pelo site Tickets Bolivia. Mais informações no site oficial da companhia.

Ao longo do trajeto, os viajantes podem apreciar os belos cenários da região de Chiquitania, com desfiladeiros, vales e florestas. O trem também faz paradas estratégicas que permitem aos turistas registrar a paisagem em fotos.

Como os brasileiros podem fazer a viagem?

A Bolívia é um dos países que brasileiros podem visitar sem visto. No entanto, é necessário realizar o processo de imigração no Posto Esdras, na fronteira entre Brasil e Bolívia.

Para isso, é necessário apresentar passaporte ou RG recente e certificado de vacinação contra a febre amarela. O seguro viagem em viagens internacionais também é sempre recomendado.

Após atravessar para Puerto Quijarro, a estação de trem fica a cerca de 1 km a 2 km da fronteira. Chegando à estação, há bilheteria, mas é melhor garantir com antecedência pela internet.

Salar de Uyuni. Foto: Camille Panzera | Melhores Destinos

Embora Santa Cruz de la Sierra não seja um dos destinos mais turísticos, a cidade serve como um ponto de partida para outros locais no país. De lá, você pode viajar para Sucre, La Paz, o Lago Titicaca e o incrível Salar de Uyuni.

Por que o nome Trem da Morte?

O apelido assustador vem de histórias ligadas ao passado da ferrovia. Uma das versões mais conhecidas diz que, no século XX, durante surtos de febre amarela e malária na região, o trem foi usado para transportar doentes e até corpos das vítimas.

Outra explicação aponta para as mortes de trabalhadores por doenças tropicais durante a construção da linha. As condições precárias das viagens antigamente, com trens super lotados e descarrilhamentos, também ajudaram a reforçar a fama sombria.

Hoje, porém, a realidade no “Trem da Morte” é bem mais tranquila, e a companhia quer mudar a imagem negativa da viagem. Ainda assim, vale alinhar as expectativas: ele não é um trem superturístico. Em relatos de viajantes, é comum ver pessoas circulando pelo vagão e até crianças sentadas no chão. Trata-se de uma experiência mais “roots”, para viajantes que não se importam com luxo.


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Fonte: Viajali, Melhores Destinos

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