Reforma de apê em prédio moderno cria jardim de inverno com janelas de sucupira

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Reforma de apê em prédio moderno cria jardim de inverno com janelas de sucupira

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Assinado por Mariana Portillo e Pedro Pantoja, da Bric Arquitetura, este apartamento de 150 m² na Lagoa, Rio de Janeiro, nasceu do desejo dos moradores (um casal com dois filhos de 8 e 10 anos) de retornar à rua onde viveram anos antes.

(Fotos: Juliano Colodeti, do MCA Estúdio/ Produção visual: Legado Rio/Divulgação)

Situado em um edifício modernista dos anos 1950-60, projetado por Amaro Machado e Lolo Cornelsen, o projeto preserva pilares, vigas e piso de tacos originais, destacando a iluminação contínua proveniente das grandes janelas. A planta generosa foi transformada principalmente na área social.

(Fotos: Juliano Colodeti, do MCA Estúdio/ Produção visual: Legado Rio/Divulgação)

A abertura de vãos nas paredes que davam para o prisma central do edifício permitiu criar um jardim de inverno com janelas de sucupira e vidro que conectam a sala e a cozinha, favorecendo não só a integração dos espaços como a entrada de luz.

Estante vazada com nichos delimita sala de jantar neste apê de 100 m²

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(Fotos: Juliano Colodeti, do MCA Estúdio/ Produção visual: Legado Rio/Divulgação)

O conceito do projeto combina a preservação das características originais do apartamento com a expressão da personalidade da família, muito ligada a objetos afetivos e livros, organizados em uma grande estante de Freijó que se tornou destaque da sala.

(Fotos: Juliano Colodeti, do MCA Estúdio/ Produção visual: Legado Rio/Divulgação)

Para garantir privacidade durante o trabalho remoto, o home office foi concebido como uma ‘caixa’ no mesmo material, posicionada atrás da estante, formando com ela um único bloco de marcenaria que não toca o teto, preservando a permeabilidade visual e mantendo livres a estrutura original e as esquadrias do apartamento.

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(Fotos: Juliano Colodeti, do MCA Estúdio/ Produção visual: Legado Rio/Divulgação)

Na decoração, tudo é novo: os arquitetos apostaram em uma mistura equilibrada de mobiliário vintage e design contemporâneo. Entre os destaques estão a tapeçaria dos anos 1960 do artista Kennedy Bahia, a poltrona Kilin e o banco Mocho de Sergio Rodrigues, as banquetas Girafa de Lina Bo Bardi e o sofá Block do Estudibola e a luminária de piso Less, do Fernando Prado. A paleta de cores combina madeira natural, concreto e tons de tijolo, criando uma atmosfera acolhedora e atemporal.

(Fotos: Juliano Colodeti, do MCA Estúdio/ Produção visual: Legado Rio/Divulgação)

Na área íntima, os arquitetos optaram por não criar suítes nem lavabo, priorizando o uso livre e coletivo dos ambientes.

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Assim, o banheiro do casal e o banheiro das crianças foram mantidos fora dos dormitórios.

(Fotos: Juliano Colodeti, do MCA Estúdio/ Produção visual: Legado Rio/Divulgação)

No quarto das crianças, o destaque fica por conta do mezanino de brincadeiras e leitura, estruturado em marcenaria de gaxeta, com acesso duplo por uma escada de madeira com degrau em concreto branco e por uma parede de escalada.

(Fotos: Juliano Colodeti, do MCA Estúdio/ Produção visual: Legado Rio/Divulgação)
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Fonte: Abril, Tu Organizas

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