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Nas áreas externas, ele se destaca pela estética, pelo aceno ao conforto e pela sofisticação dos espaços: o deck de madeira, frequentemente associado às áreas de piscina, desempenha um papel fundamental na organização do ambiente. Aliado à fluidez da circulação, sua estrutura confere segurança e funcionalidade.
As razões para considerar sua implementação dentro de casa são inúmeras. Além de integrar arquitetura e paisagismo, ele também conecta diferentes usos. Conheça todos eles a partir de projetos realizados pelas arquitetas Vanessa Paiva e Claudia Passarini, do escritório Paiva e Passarini Arquitetura e Design, e por Cristiane Schiavoni:
Biofilia e bem-estar
Se na arquitetura de interiores vivemos um desejo tão proeminente de conexão com o natural, na parte externa das residências ou dos condomínios esse anseio se torna ainda mais evidente, dentro de uma abordagem biofílica dos projetos.
Esteticamente, a madeira inspira harmonia, acolhimento e permanência, considerando que essas áreas precisam, de fato, proporcionar essas sensações durante os momentos de lazer.
Conveniência no uso
A beleza importa, mas não é só isso: o deck de madeira também é um fator de decisão no quesito conforto térmico. Diferente de revestimentos cerâmicos ou pedras naturais, a madeira apresenta menor absorção e retenção de calor, tornando-se mais agradável ao toque, mesmo sob exposição direta ao sol.
Apê de 254 m² é inspirado nos anos 60
Essa característica é especialmente relevante em áreas de piscina, onde o impulso por andar descalço é constante. Além disso, a madeira possui baixa condutividade térmica, o que contribui para uma experiência sensorial convidativa.
Tipos de madeira e conservação
Não é qualquer madeira que está habilitada para se tornar um deck. Devido à exposição às intempéries da natureza como o sol e a chuva, o material precisa ser de alta resistência mecânica, agregar propriedades contra o ataque de fungos, cupins e umidade, além de apresentar a densidade para suportar o peso da estrutura. Entre as mais indicadas estão o Ipê, Cumaru e Jatobá, entre outras.
Fator bônus
Outra boa razão está na valorização visual e financeira que o deck entrega aos projetos. Com a implementação da madeira, tanto em situações de aluguel ou venda, o valor venal do imóvel é elevado – desde que, claro, tenha sido bem executado e recebido os cuidados de manutenção necessários para a durabilidade do piso.
Deck de madeira sem ser de madeira?
A resposta é sim: matérias-primas como PVC e polipropileno e compostos plásticos (WPC), que contemplam plástico com fibra de madeira reciclada, são alternativas conhecidas hoje como deck ecológico.
Fonte: Abril, Tu Organizas

