O famoso apoiador da Coinbase (COIN), Fred Wilson, prevê o pivô UX de 2026 para criptografia

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O famoso apoiador da Coinbase (COIN), Fred Wilson, prevê o pivô UX de 2026 para criptografia

Fred Wilson, um dos capitalistas de risco mais influentes dos EUA, acredita que o momento de avanço da criptografia em 2026 não virá de novos blockchains – mas de torná-los invisíveis para seus usuários finais.

“Os blockchains desaparecem atrás de melhores interfaces de consumo que permitem aos usuários usar, gastar, negociar e enviar tokens sem se preocupar com o blockchain em que estão”, Wilson, que chamou o bitcoin de uma “oportunidade de investimento interessante” em 2011, escreveu em um blog publicado na semana passada.

A previsão, inserida em um conjunto mais longo de previsões tecnológicas de Wilson para 2026, reflete uma visão que ele mantém há anos: a promessa do blockchain depende da facilidade de uso, não da potência técnica.

Wilson é sócio fundador da Union Square Ventures (USV), a empresa de capital de risco com sede em Nova York por trás das apostas iniciais no Twitter, Etsy e Tumblr. Na criptografia, ele chegou cedo à Coinbase (COIN), Ethereum e Filecoin e continua sendo uma voz consistente em conversas de longo prazo sobre como o blockchain poderia remodelar a Internet.

Wilson, que muitas vezes descreveu os blockchains como a “próxima grande novidade” depois das redes sociais e móveis, também criticou abertamente os piores hábitos da indústria de criptografia. Ele resistiu à cultura do hype e da especulação simbólica, alertando que a ganância de curto prazo ameaça a credibilidade do espaço a longo prazo.

Esse trabalho real, na opinião de Wilson, inclui coisas como identidade descentralizada, financiamento peer-to-peer e protocolos abertos nos quais qualquer pessoa pode desenvolver.

Em postagens anteriores, ele comparou o estado atual da criptografia com o início da Internet, quando até mesmo o envio de um e-mail exigia um certo nível de conhecimento técnico.

O caminho a seguir, ele parece acreditar, reside em um design melhor. Os aplicativos devem lidar com os detalhes da infraestrutura – como em que cadeia está uma transação – em segundo plano, para que os usuários possam se concentrar no que desejam fazer, e não em como o estão fazendo.

Para Wilson, esta não é apenas uma questão de UX – é a diferença entre a criptografia permanecer uma tecnologia de nicho e alcançar ampla adoção.



Fonte: Folha SP

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