Viajar pelo mundo em 2026 envolve muito mais do que escolher o destino dos sonhos. Questões como segurança, estabilidade política e acesso à saúde também entram na conta.
É a partir desse olhar que a International SOS, empresa global especializada em saúde e segurança em viagens e operações internacionais, lançou o Mapa de Riscos 2026. O mapa oferece um panorama comparativo dos riscos de segurança e saúde em diferentes partes do mundo.
O estudo se baseia em entrevistas online com 860 líderes e tomadores de decisão em gestão de riscos de 94 países, além da análise contínua de especialistas médicos e de segurança da organização.
Mapa de Riscos 2026
A International SOS divide o mundo em cinco níveis de risco em termos de segurança: insignificante, baixo, médio, alto e extremo.
A classificação considera principalmente fatores de segurança, como criminalidade, violência política, conflitos armados, instabilidade social e a capacidade da infraestrutura local de responder a emergências. Quanto mais escura a cor no mapa, maior o nível de risco indicado.
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Os 10 países classificados como risco extremo de segurança são: Afeganistão, República Centro-Africana, Iémen, Líbia, Myanmar, Somália, Sudão, Sudão do Sul, Iraque e Ucrânia.
Já os 13 países classificados como risco alto de segurança são: Burkina Faso, Etiópia, Haiti, Honduras, Irã, Mali, Nigéria, Níger, Papua-Nova Guiné, Paquistão, República Democrática do Congo, Síria e Venezuela.
O Brasil no Mapa de Riscos 2026
No Mapa de Riscos 2026, o Brasil aparece classificado como país de risco médio em segurança, mesma categoria de vizinhos como Bolívia, Peru e Colômbia. Em um contexto mais amplo, é o mesmo nível de risco de nações como Turquia, Índia e Rússia.
De acordo com a definição da International SOS, em países de risco médio: ocorrem periodicamente distúrbios políticos, protestos violentos, insurgências e/ou atos esporádicos de terrorismo. Viajantes e profissionais internacionais podem enfrentar riscos relacionados à violência comunitária, sectária ou racial, além de crimes violentos. A capacidade dos serviços de segurança e emergência, assim como a infraestrutura, varia, e greves podem interromper viagens.
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Fonte: Viajali, Melhores Destinos

