A companhia aérea Azul divulgou na manhã de hoje os detalhes finais de seus voos entre Belo Horizonte e Diamantina, em Minas Gerais. Segundo a empresa, as operações começam em 2 de agosto, com três frequências semanais – e as passagens já estão à venda!
De acordo com a aérea, os voos serão operados com aviões Cessna Grand Caravan da Azul Conecta, que têm capacidade para apenas nove assentos. Cada viagem terá duração de aproximadamente uma hora, enquanto de carro esse trajeto dura cerca de quatro horas.
| Rota | Saída | Chegada | Frequência |
| BH-Diamantina | 13h25 | 14h20 | Segunda e sexta |
| BH-Diamantina | 17h25 | 18h20 | Domingo |
| Diamantina-BH | 14h45 | 15h40 | Segunda e sexta |
| Diamantina-BH | 18h45 | 19h40 | Domingo |
Vale ressaltar que a Azul, na verdade, está retomando a rota. A companhia teve voos semanais entre Belo Horizonte e Diamantina até janeiro de 2013, quando a rota foi encerrada. A operação era feita pela Trip, que foi comprada pela Azul em maio de 2012, com oferta de assentos maior do que agora.
Em simulação no site da Azul, encontramos passagens a partir de R$ 1.110 (ida e volta) para o início de agosto, quando a operação começa.
O que fazer em Diamantina?
Diamantina é uma cidade de Minas Gerais reconhecida como Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco, e inevitavelmente tudo vai girar em torno da história e cultura locais. Está localizada a 300 km de Belo Horizonte, no Vale do Jequitinhonha.
Uma das principais atrações de Diamantina é a Vesperata, no Centro Histórico da cidade. Sob as sacadas dos casarões coloniais, visitantes se amontoam sentados à calçada ou às mesas dos restaurantes para ver a apresentação de clássicos brasileiros e mundiais.
As igrejas locais também são pontos obrigatórios de parada. As principais para visitação são a Igreja Nossa Senhora do Carmo, a Igreja de São Francisco de Assis e a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos. Já quem gosta de conhecer a fundo a história das cidades não pode deixar de passar pelos museus de Diamantina.
Outra atração envolve a visita ao marco inicial do Caminho do Diamante e parte da Estrada Real, que liga a região a Paraty, no Rio de Janeiro. Para começar a entender esse trajeto, usado para escoar as riquezas brasileiras até o Rio de Janeiro entre os séculos XVIII e XIX, a dica é visitar o Caminho dos Escravos.
Fora isso, bater perna pela cidade para fotografar os casarões do período colonial é sempre uma boa pedida – mas prepare as panturrilhas, porque o esforço pelas ladeiras é grande!
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Fonte: Viajali, Melhores Destinos

