Azul, azulejos e atmosfera leve definem apartamento de 53 m² no Rio

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Azul, azulejos e atmosfera leve definem apartamento de 53 m² no Rio

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Localizado no Leblon, no Rio de Janeiro, a reforma deste apartamento, assinada por Mariana Monnerat, procurou resgatar as memórias do morador, valorizar o design autoral brasileiro e criar ambientes integrados, leves e funcionais em apenas 53,7 m².

(Lilia Mendel/Divulgação)

Três anos depois da primeira parceria, quando o morador vivia de aluguel e buscava apenas pequenas intervenções, ele retornou ao escritório com o desejo de transformar o imóvel recém-adquirido em um lar definitivo, capaz de refletir sua identidade em cada detalhe.

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“Desde o primeiro projeto, já existia uma linguagem muito clara: o azul, os azulejos e a atmosfera leve. Esses elementos sempre fizeram parte da história dele e foram fundamentais para o conceito da nova casa”, explica Mariana Monnerat.

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Com três meses de projeto e seis meses de obra, a reforma foi pensada para ampliar a sensação de espaço e valorizar a luz natural. As paredes entre cozinha e sala foram demolidas, criando uma área social integrada, mais fluida e acolhedora.

(Lilia Mendel/Divulgação)

Um dos quartos foi incorporado ao estar, dando origem à nova sala de TV, enquanto o lavabo foi redesenhado a partir da hidráulica existente, otimizando prazos e custos.

Leve e despretensioso: apê de 50 m² tem painel de azulejos na sala

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“A ideia foi fazer uma obra inteligente, aproveitando ao máximo a estrutura original do apartamento, sem abrir mão do conforto e da estética”, afirma Mari.

(Lilia Mendel/Divulgação)

A marcenaria sob medida ganhou protagonismo e organizou a área social, integrando bar, cervejeira e o acesso à lavanderia de forma elegante e funcional.  “Neste projeto, a marcenaria foi pensada como parte da arquitetura. Ela conecta os espaços, resolve funções e ainda valoriza a identidade do morador”, destaca a arquiteta.

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No décor, a curadoria priorizou o design brasileiro, peças autorais, arte contemporânea e objetos carregados de memória afetiva. Cada elemento foi escolhido para construir uma atmosfera leve, personalizada e atemporal, reforçando a relação emocional do cliente com o espaço. O projeto reúne peças assinadas por Gustavo Bittencourt, Sergio Rodrigues, Ricardo Fasanello, Estúdio Campana, Casa na Árvore e Paola Vilas, além de cerâmicas do Estúdio Heloisa Galvão. Além disso, trabalhos e objetos de arte de Sangwon Sung, Brendon Reis e Ohtake.

(Lilia Mendel/Divulgação)

“Mais do que criar um apartamento bonito, nosso objetivo foi traduzir quem ele é hoje, respeitando sua história e acompanhando seu momento de vida”, resume Mariana.

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Fonte: Abril, Tu Organizas

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