Apê de 254 m² é inspirado nos anos 60

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Apê de 254 m² é inspirado nos anos 60

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O edifício na Asa Norte, de 1965, em Brasília, perdeu parte de sua identidade ao longo dos anos, efeito que também atingiu o apartamento de 254 m², novo lar de um casal paulista com filhos.

(Joana França/Divulgação)

Para trazer o espaço de volta à vida, o escritório CODA Arquitetura realizou uma reforma que atualizou a planta e resgatou elementos arquitetônicos originais.

(Joana França/Divulgação)

A intervenção começou com a recuperação da varanda, voltada para o nascer do sol, transformada em uma extensão da área social. A cozinha foi deslocada para onde antes ficavam as dependências e a lavanderia, e aberta para a sala. O painel de marcenaria verde, com intervenção artística, se estende até a sala, mimetizando portas e armários.

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“O resultado é um ambiente vazado e multifuncional, avarandado em toda sua extensão. O gesto espacial de integração dos espaços também responde ao desejo dos proprietários de habitar um lar amplo, iluminado e ventilado, que favorecesse a convivência diária e o acolhimento de familiares e amigos”, explica a arquiteta Júlia Coutinho, responsável pelo projeto junto aos arquitetos Pedro Grilo e Carolina Piana.

(Joana França/Divulgação)

De forma sutil, o projeto mistura o modernismo brasiliense e o paulista, refletido na materialidade e na organização espacial.

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Concreto aparente, móveis em madeira e piso em pastilhas cerâmicas remetem a elementos presentes em projetos da arquiteta Lina Bo Bardi, como a Casa de Vidro e o MASP.

(Joana França/Divulgação)

Na transição entre as áreas íntima e social, uma ampla estante foi construída em concreto, espelhando o ritmo dos elementos da fachada do edifício.

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“Para reforçar a verticalidade da proposta, as prateleiras foram feitas em vidro temperado, suportadas por cunhas de madeira desenhadas na obra”, diz Júlia.

(Joana França/Divulgação)

Sem necessidade de intervenções estruturais, o projeto transforma uma planta rígida em um espaço coeso, funcional e permeado por referências modernistas reinterpretadas sob uma perspectiva contemporânea e afetiva.

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Fonte: Abril, Tu Organizas

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