O crescimento do emprego desacelera à medida que a produção regional volta à contração

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O crescimento do emprego desacelera à medida que a produção regional volta à contração

Os ganhos trabalhistas permanecem limitados à medida que o crescimento do emprego estagna

Total de folhas de pagamento não agrícolas aumentou em 119.000, estendendo a tendência moderada observada desde abril, enquanto o taxa de desemprego manteve-se em 4,4%. Ganhos médios por hora subiu 0,2%, para US$ 36,67, mantendo a taxa anual em 3,8%, enquanto as horas semanais se mantiveram em 34,2.

A divulgação dos dados foi adiada por mais de seis semanas devido à paralisação do governo federal, embora a coleta da pesquisa tenha sido praticamente concluída antecipadamente.

O inquérito aos agregados familiares revelou 7,6 milhões de desempregados, com o desemprego de longa duração estável em 1,8 milhões, ou 23,6% da população desempregada.

A participação subiu para 62,4%, mas a relação emprego-população permaneceu fixada em 59,7%.

A força de contratação concentrou-se na saúde (+43 mil), alimentação (+37 mil) e assistência social (+14 mil). As perdas em transporte e armazenamento totalizaram 25.000, com quedas tanto no armazenamento (-11.000) como nos serviços de correio (-7.000).

As folhas de pagamento federais caíram mais 3.000, aprofundando o declínio de 97.000 desde janeiro.

Fonte: Folha SP

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